Conforme comenta o cirurgião plástico Ailthon Luiz Takishima, a busca pelo bem-estar não envolve apenas a saúde física, mas também a mental e emocional. Nos últimos anos, a cirurgia íntima tem ganhado destaque como uma opção para quem deseja se sentir mais confortável e confiante com seu corpo. Contudo, esse tipo de procedimento não é apenas estético, pois também pode oferecer benefícios para a saúde psicológica, principalmente quando a insatisfação com a região íntima afeta a autoestima e a qualidade de vida.
Interessado em saber mais sobre? Confira, a seguir, como os procedimentos estéticos íntimos se relacionam com a saúde mental.
O impacto dos procedimentos estéticos íntimos na autoconfiança
Para muitas pessoas, a aparência da região íntima pode ser motivo de insegurança, principalmente quando há desconforto estético ou funcional, como destaca o Dr. Ailthon Luiz Takishima. Procedimentos como a ninfoplastia, que é a redução dos pequenos lábios, ajudam a resolver questões que causam incômodos físicos e estéticos.
Dessa forma, ao corrigir essas insatisfações, é comum que a pessoa recupere a autoconfiança, refletindo em outros aspectos da vida, como relações afetivas e sociais. Portanto, sentir-se bem com o próprio corpo pode ser um passo importante para se aceitar plenamente.
Assim, além da melhora na aparência, há um impacto emocional positivo. Mulheres que realizam cirurgias íntimas relatam que se sentem mais livres e seguras em situações cotidianas, como usar roupas mais justas ou se expor durante a intimidade. Esse aumento na autoconfiança faz com que se sintam mais confortáveis em expressar sua sexualidade ou em enfrentar os desafios do dia a dia, sem a barreira do desconforto ou da vergonha.
A relação entre a autoestima e o bem-estar psicológico
Quando uma parte do corpo gera desconforto ou vergonha, isso pode levar a sentimentos de inadequação e baixa autoestima. A cirurgia íntima, nesses casos, oferece uma solução para que as pessoas possam se reconectar positivamente com sua autoimagem. Com essa mudança, o bem-estar psicológico tende a melhorar, reduzindo inseguranças que poderiam se transformar em problemas mais graves, como ansiedade e depressão.
Além disso, segundo o médico Ailthon Luiz Takishima, a insatisfação com a região íntima pode afetar a vida sexual e a intimidade com o parceiro, causando inseguranças durante a relação. Assim sendo, após a cirurgia, muitas pessoas relatam que passam a viver essas experiências de maneira mais plena e feliz, o que reflete diretamente no equilíbrio emocional e na qualidade dos relacionamentos.
Como a cirurgia íntima pode ajudar a reduzir desconfortos físicos?
Portanto, embora muitas pessoas vejam a cirurgia íntima apenas como um procedimento estético, ela pode ter também um papel funcional importante, conforme destaca Ailthon Luiz Takishima. Já que, o excesso de tecido na região íntima pode causar irritações, dor durante atividades físicas ou relações sexuais e até desconforto ao vestir roupas apertadas. O alívio desses incômodos traz um impacto positivo na saúde emocional. Logo, sem o desconforto constante, a mente fica mais leve, e é possível focar em outras áreas da vida com mais disposição e confiança.
Saúde física e mental andando de mãos dadas
Em suma, nota-se que a cirurgia íntima vai muito além da estética, pois oferece benefícios consideráveis para a saúde mental. Assim, ao resolver questões relacionadas à autoestima, autoconfiança e desconfortos físicos, esses procedimentos proporcionam um impacto positivo na qualidade de vida e no equilíbrio emocional. Afinal, sentir-se bem com o próprio corpo é um fator importante para viver de forma mais feliz, leve e segura.
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